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sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Linux contra Windows mas a favor do quê mesmo?

Referente a matéria da Computerworld:

http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2009/08/27/grupo-a-favor-de-software-livre-faz-campanha-contra-windows-7

Me parece que a Free Software Foundation está dizendo: Não paguem pelo Windows, vocês devem pagar para nós!
São os detentores das malditas linhas de comando necessárias para instalar qualquer coisa no Linux é que querem seu dinheiro!
Só os legitimos possuidores da única verdade absoluta é que devem ser pagos para dar suporte a vocês míseros profanos incultos e sem faculdade paga pelo "papi, e que instalaram de graça uma cópia qualquer do Linux, (pois isto não é tão necessário para o usuário tradicional do Windows)!
Vamos vender suporte para Linux!
Vamos incentivar as inúmeras variações, muitas sem sentido, para se conseguir configurar qualquer coisa por mais simples que seja! Vamos incentivar o uso de software ruim, assim acabamos com a lista das 500, afinal, nenhuma empresa destas conseguiria se manter sem ter software bom e isto será finalmente a realização da grande obra, acabando com todos os hereges que não concordam com a verdade suprema!

Pagar pelo software deve ser um absurdo terrível, principalmente quando o que mais vejo, são pessoas que são sustentadas pela família, ou são funcionários públicos, ou deram sorte de ser muito amigos do chefe, para poderem trabalhar e ainda assim, receber dinheiro. Mas não por terem sido produtivas.
Sabe aquelas campanhas dos eco-chatos? Aquela turma que descobriu uma maneira bem legal de viver, mas que acham que devem bater na cabeça dos outros para serem convertidos! Pior ainda quando os mais fanáticos (e frustrados ao meu ver), descobrem que sexo deve ser só espiritual... mas porque então, costumam fazer TANTOS filhos? (risos)...

Deixando um pouco a brincadeira de lado, eu trabalho com Linux e Unix desde o século passado, tenho uma enorme bagagem em mainframes e muito Windows no caminho. Linux é uma ótima escolha se a empresa investir nele, no mínimo, tanto quanto vai gastar com a Microsoft.
Quer ter todos recursos mesmo? Compre uma versão Enterprise, pague salários dignos para ter pessoal de suporte capacitado. Vai gastar a mesma coisa ou mais.
A grande vantagem, ao meu ver, são características de estrutura, principalmente de servidor. O resto, vai depender, e muito, de você conseguir fazer o que quer neste ambiente.
Mas se a questão for ter que reinventar a roda, porque algo não funciona ou não existe ou vai ficar ruim no ambiente Linux, então é muito mais barato (e inteligente), usar o Windows.
A quantidade de ferramentas para Windows que me permitem uma produtividade muito maior é significante. Começando pela plataforma Ms-Office. Desenvolvo em Ms-Access (ótima plataforma de nível profissional, e fácil de usar até por novatos), façoo programação VBA avançada que me permite ter a imensa facilidade de trabalhar na parte de front-end com alta qualidade e sofisticação, ao mesmo tempo que posso controlar cada mínimo detalhe, incluindo integrando com outros bancos de dados, etc. A maioria das IDEs de desenvolvimento, são voltadas primeiro para ambiente Windows. Felizmente a maioria agora também são disponíveis para Linux. Mas na hora de configurar alguma coisa eu prefiro mil vezes o Windows.

Pessoal da FSF, Stallman, Peter Brown, respeito sua opinião, mas a minha é diferente. Trabalho nisto todos dias, faz décadas. E faz muito tempo que existe a funcionalidade de clicar no arquivo Setup e a coisa funcionar sózinha. Mas (na minha opinião), na ampla maioria de quase tudo que se possa imaginar em Linux, isto não existe e tem que ser na base da linha de comando e sair garimpando o que for diferente, porque sempre tem algum detalhe idiota que te faz perder tempo. É só olhar nos inúmeros fóruns de Linux, em que o pessoal troca idéias sobre como conseguir configurar as coisas mais absurdas. Acho que a inexistencia de instaladores automáticos é por puro relaxamento e preguiça. Quer ter seu software bem aceito pelo usuário médio, ou por gente como eu, que não aceita perder tempo e dinheiro com coisas primárias, então por favor, faça um instalador decente!

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Levando Legados ao Ideal

Uma coisa que me ocorre quando se trata de sistemas legados, e até por ter que lidar tanto com eles nestes anos todos, entre uma conversão e outra, é que temos um mundo real e um ideal.

O mundo ideal, é aquele em que estamos longe do legado. Usamos outras ferramentas mais atuais, espiamos pela janela do vizinho para ver como são lindas as interfaces gráficas (que ele j-u-r-a que funcionam), conexões entre as mais diversas plataformas...

Enfim, o mundo ideal é aquele que muitas vezes sonhamos em alcançar, mantendo tudo de bom que o sistema atual tem e agregando tudo que gostariamos que tivesse.



Sabem, depois de mais de quinze anos usando Clipper e participando de fóruns, principalmente na Usenet onde encontramos caras como o Dave Pearson e outras feras que participaram na criação destas linguagens, podemos observar que as alternativas podem estar muito mais próximas do que pensamos.

Claro que eu gostaria de converter tudo direto para algo "topo de linha", do dia para a noite, sem nunca mais me preocupar em ter que manter dois sistemas em paralelo durante o desenvolvimento, muito menos ouvir a choradeira de alguém com saudade dos velhos programas... (AAAARGGGGG!!!!....)

Mas e se dizermos por partes? Agregando algo aqui e ali. Fazendo, por exemplo no Clipper, um super tunning simplesmente com a adoção do ADS, que ajuda a resolver a vasta maioria dos problemas de limitação dos arquivos DBF, aumenta estupidamente a performance, com segurança e integridade e, sem limitação de tamanhos de arquivo? E de quebra, fica pronto para você migrar para DB relacional... Claro que corrupção de dados pode ser por erro de programação ou projeto, mas aí já entra o nosso trabalho.

Fazendo um tunning destes, claro que você não deve contar o milagre todo para seu usuário, que poderia automaticamente pensar que você ficou desocupado e vai atropelar o resto do trabalho.

Continuando, sobre coisas que se vê por aí. Na usenet conversavamos com uns caras de uma rede de lojas norte-americana. Eles já usavam algo tipo VPN (no início dos anos 2000), conectando todas as lojas, num enorme sistema integrado que cobria todo o país. Tamanho da coisa? Mais de MIL lojas. Tudo em Clipper 5.2e, um pouco de sabedoria, muita experiência e aquela paciência necessária para fazer algo bem feito.

Posteriormente estavam começando a colocar uma interface gráfica para Windows, creio que era o FiveWin, e na época, não cogitavam ainda usar o Harbour que recém estava engatinhando.

Fazendo uma revisão aqui, na época, o sistema deles tinha integração com e-mail, planilhas, diversos outros sistemas de arquitetura diferentes, etc. A parte de relatórios a muito já estava sendo migrada para utilização de ferramentas produtividade, como Crystal Reports, o próprio Ms-Access e outras tantas.

Mas o que importa, é que essa idéia funciona: ir aos poucos colocando coisas novas. Sabe que as vezes o Frankenstein pode funcionar melhor numa migração tranquila do que arriscar uma fortuna numa migração maciça?
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TI Verde. Indo além dos paradigmas

Organic Neuron
By: Brian Burt



Existem várias alternativas ótimas, mas muitas vezes, vamos bater de frente com (pré-)conceitos, dogmas e paradigmas que são sagrados para que os tem. O apego a certas formas de trabalho, ou sistemáticas e metodologias que foram adotadas nalgum momento também é fator de impacto.

Só para dar um exemplo de alternativa para virtualização, numa grande empresa, seria a adoção de mainframes da série Z da IBM. O Z10, topo de linha, permite a execução de cerca de 3.000 PCs.
Lembrete: Nota: Este artigo foi escrito em 2009.

Mas e se a empresa já está "catequizada" contra mainframe? Vai continuar com milhares de máquinas avulsas e todo problema de fazer isto tudo funcionar.

Tem custos? Claro que tem. Nada é de graça. Mas são alternativas que deveriam ser consideradas. Só para lembrar, a quantidade de tentativas de downgrade, de mainframe para plataformas PC, que foram grandes fracassos e prejuízos gigantescos, é algo digno de nota.

No site www.actscorp.com tem algumas histórias muito interessantes, muitas coisas ainda desde os anos 90, mas muitas delas ainda servem como alerta para os dias atuais quando olhamos a quantidade de fracassos (geralmente não muito comentados).

Em tempo, falando em TI verde, seria interessante ver o que "realmente" pensam as empresas em termos de pessoa humana como parte fundamental no processo TI-Verde. Quer dizer, seria interessante que as pessoas, e não apenas o corte de custos e lucro, fossem destacados quando se fala em TI-Verde.

Ainda hoje, em pleno século XXI, se você falar que pratica yoga, meditação ou algo assim para relaxar e melhorar seu desempenho, aprendizado, produtividade e qualidade, ainda assim, poderá ser olhado no mínimo, como mais doido do que ser apenas o tradicional "meio-doido" que todo profissional de TI é considerado (risos).

Mas como procurar alternativas para melhor utilização dos recursos técnicos, se tantas vezes parecem tornar-se apenas um fim em si, ficando o discurso do meio-ambiente (no qual interagimos) em segundo, terceiro plano?


25/08/2009
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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Internet: Redes do governo têm 48 mil ataques por dia

Meu comentário na Revista Info: Redes do governo têm 48 mil ataques por dia

Basta seu computador estar conectado na internet para ser alvo de tentativas de invasão através de programas automáticos.

No tempo da conexão discada, não se percebia tanto, mas quando começou a banda-larga, o log do firewal de repente deu um pulo na quantidade de tentativas de acesso de toda parte.

Sites de empresas e instituições governamentais com toda certeza serão alvo de maior interesse.

Não se trata de meramente invadir sites para fazer pixações, isto é coisa de criança desocupada.

Invadir servidores tornou-se um ótimo negócio e chantagem e terrorismo são apenas um dos pontos.

Outros pontos que são muito lucrativos, são por exemplo, conseguir informações contábeis e documentos que indiquem linhas de negócio para ter vantagem em lucrativas negociações na bolsa de valores. Isto já ocorre e tem grupos europeus oferecendo este tipo de informação, numa área em que qualquer mínima informação pode significar milhões de lucro da noite para o dia, sem nenhum alarde quanto a invasão.

Grupos indiretamente ligados a governos também atuam na obtenção de informações estratégicas, grandes companhias vasculham a rede para saber quem faz o quê, aonde está uma nova fonte de minério, ou descobrir detalhes picantes de algum dirigente, para usar esta informação quando preciso.

Capacidade técnica o nosso pessoal tem. A questão, é que devemos todos pensar e ponderar, principalmente os dirigentes de todas áreas, em nossa atitude em relação as pessoas e seu uso da internet.

A rede faz parte da sociedade do século XXI. Simplesmente barrar seu acesso, estimula as pessoas ao descuido. Regras simplesmente não terão resultado sem bom senso na sua aplicação. É necessário que a participação seja estimulada e voluntária. É como querer esconder algo de uma criança pequena. Ela ficará mais curiosa ainda e será descuidada em seus atos. Pergunte a pais que aprenderam que pode-se falar naturalmente sobre sexo com as crianças desde pequenas, respeitando-se é claro, seu nível de entendimento...

Na internet é o mesmo...

Pregar que a cegonha traz seu e-mail, enquanto tranca as janelas da empresa sem vidro achando que as pessoas não conversam e descobrem a verdade é tão temerário quanto achar ques pessoas podem fazer algo errado sómente após as 22hs.

É precisa estar realmente aberto à diálogos (ambos poderem falar e ser ouvidos), e assim estimular o acesso consciente e responsável, que é a maior arma contra invasores.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Porque ERP fracassa

Este é o meu comentário para Computerworld:

Empresa são feitas de pessoas, incluindo a direção. A mudança começa em nós mesmos.
"Informatizar a bagunça", é comum. Não existem milagres e "ser parecido" pode ser muito diferente.

Exemplificando, trabalhei muitos anos desenvolvendo PCP específico para vestuário e observei no mercado muitas soluções, baseadas noutras indústrias diferentes, como mecânica, moveleira, etc, e que não representavam produtividade na parte de produtos, só agregavam mais burocracia. Se tiver interesse neste sistema, escreva-me. (Não é pacote).

As vezes acontece como comprar algo olhando só anúncios. Usar o "ERP das estrelas de cinema", não significa que você vai para Hollywood! Ser realista, usar o lado bom da ferramenta buscando produtividade e qualidade. E lucro é resultado de investimento. Cuidado ao economizar justamente onde e quando deveria investir. Usar bem os recursos é diferente. Comprando só baratinho (ou de grátis), espremendo fornecedores, tentam tirar leite de pedra.

Mesmo o mais sólido fornecedor, não vai ficar no mercado, ou manter produtos, se não houver a adequada e merecida compensação. Isto é o barco furado de muitas empresas, que espremem o fornecedor, até este desistir do produto (as vezes até quebra). O sistema perde continuidade e o ciclo todo tem que recomeçar.

Veja "Por que os projetos de ERP fracassam". Ótima matéria do Rodrigo Caetano.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Porque o turismo não deslancha no Brasil?

Na minha opinião, assim como em muitas outras áreas, o turismo não deslancha por falta de profissionalismo.
Jogar a culpa toda no governo, nas politicas sociais, nas estradas, nos bancos, etc, é amadorismo.

Cabe ao empresário montar um negócio viável, adequado ao segmento que deseja atingir.

Quem tem que investir no negócio não é o governo, senão isto seria apenas uma teta para espertalhões mamarem sem terem risco, nem visão, nem iniciativa.

Empreendimento significa ir lá e fazer alguma coisa.

Quem só reclama, que fique nos bares contando todo dia os problemas da vida sem fazer nada para mudar a si mesmo.

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quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Propaganda da Guaraná Antártida ofende Lans ou quem quiser sentir-se ofendido?

Uma propaganda da guaraná Antártida, minha preferida, teria ofendido alguns donos de Lan-houses.

http://info.abril.com.br/noticias/internet/guarana-se-desculpa-por-ofender-donos-de-lan-19082009-10.shl

Meu comentário:

A "Associação dos Usuários de Camisa Xadrez" também estão para entrar com uma ação multimilionária.
Constatou-se que as propagandas estariam criando situações em que as pessoas vão associar o uso de camisa xadrez com situações de risco invasivo ou de serem vítimas de vouyers especializados em capturar imagens usando uma secreta técnica que transforma o monitor do computador em câmera oculta.

Posteriormente estas imagens seriam indevidamente usadas em games online em que a moeda corrente seria o sacrifício de almas humanas viciadas em imagens inseridas de forma subliminar nos intervalos de frequencia associadas a um determinado número primo, muito conhecido pelos ocultistas estudiosos das secretas tradições herméticas.

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Ainda sobre Speedy, terceirizações problemáticas na TI e na Telefonia

Ainda no debate sobre os problemas na Speedy, comentei novamente outra coisa importantíssima, que tem sido muito criticada: a gravidade das terceirizações.
Não apenas a área de telefonia, mas a área de TI e diversas outras atividades sofrem barbaramente com o que chamo de "feudalização do mercado de trabalho". A exemplo do tiranizador sistema feudal, alguns poucos dividem entre si as áreas de trabalho, ficam com a maior parte do dinheiro, repassam uma mínima parcela aos trabalhadores que vão sendo empurrados a aceitar situações humilhantes, desvalorizando profissões que requerem estudo e preparo, de forma aviltante.
E isto com PLENO conhecimento das chefias das empresas que contratam estas terceirizadoras, ou "atravessadorias de mão de obra".
O que nos obriga forçosamente a concluir que se as empresas sabem plenamente, que pagam muito, por um serviço que será repassado para quem vai ser tratado de forma indigna e desrespeitosa, por valores que caracterizam até o descaramento de tão escabrosos. Se sabem disto tudo, e muitas vezes fingem não saber, com a desculpa esfarrapada de que a terceirização (desta forma) é vantajosa porque transfere a responsabilidade (jogar a culpa) pelo que deixam de fazer, para outros (mas que só vão tirar o corpo fora e o funcionário que se dane).
Conheço pessoas nas áreas de telefonia, em vários níveis, e os relatos não são muito diferentes: alguém lá em cima finge que não vê, que repassa para alguém que faz de conta, que empurra para outro e assim vai.
Por isso no comentário anterior citei as chefias. Usar título de CEO é fácil, basta ser filho ou amigo do "Pápi", não precisa competência nem profissionalismo.
Ser uma empresa grande, é facílimo. O difícil, é ser uma grande empresa.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Quem diz que proibição de venda do Speedy causa demissões?

Matéria da Mariana Amaro na Revista Info:
http://info.abril.com.br/noticias/mercado/proibicao-de-venda-do-speey-causa-demissoes-17082009-32.shl

Meu comentário:

Sobre a ANATEL: O prazo de 5 dias é o tempo máximo para a OPERADORA SOLUCIONAR uma QUEIXA antes de ser multada. Citar este prazo como sendo o da operadora é irreal.

Pessoalmente, só tenho elogios para o pessoal da ANATEL, em problemas residenciais e nas empresas que trabalhei. Atendimento gentil e sempre esclarecedor. O telefone (gratuito) da Anatel é 0800--33-2001. O pelo site www.anatel.gov.br. Funciona. E se a operadora não resolver, ou mentir na Anatel que o caso foi solucionado, renovem a queixa que a multa é maior. Só para esclarecer não sou funcionário, nem parente (rssss).

Sobre demissões, eu gostaria de questionar de que fontes são estas que trazem notícia claramente alarmante, ou com a intenção de semear a preocupação? É o tipo "parem de reclamar senão vão parar na rua!"

Olha a senzala virtual...

Parece informações lançadas para desmotivar as pessoas, ao invés de cobrar responsabilidades das gerencias operacionais, especialmente gerencias e diretorias, que estão diretamente envolvidas nas tomadas de decisão.

Seja desta operadora, ou as demais, o serviço precisa melhorar, os custos absurdos em nosso país, injustificados e abusivos, por um serviço mal feito, de baixa qualidade, passa uma má imagem especialmente destes a quem cito, gerentes e diretores. E cadê os acionistas, também são responsáveis.

Tem empresas em que a gente tem orgulho de contar para todo mundo que trabalha lá. Valoriza o curriculo, os amigos incentivam, até sua sogra elogia para as amigas! Então, como será olhar no espelho todo dia, saber que seu serviço é ruim, as decisões pelas quais você é responsável, o seu comprometimento (ou falta dele) é questionável?

As pessoas tem livre arbítrio, alguns gostam de ser desse jeito, fazer algo ruim de propósito. Outros preferem atitudes diferentes.

A questão, é que numa sociedade, peca-se ao permitir a imposição da vontade de uns poucos, sobre muitos, e muitas vezes só por ganância e ambição, ou simplesmente, o que acho pior, por falta de capacidade profissional.

Pelo menos, a nível profissional, não é vergonha nenhuma admitir que pode-se melhorar e realmente ir buscar melhorias e gente capacitada para tomar decisões, assim como, contar com colaboradores que efetivamente tragam crescimento, e não apenas façam figura bonita ou cultivem louvaminhas.

Louvaminheiros (puxa-sacos) temos demais, o que precisamos, são de pessoas a quem possamos ter orgulho de dizer que são verdadeiros líderes, verdadeiros empresários e gente de opinião clara. Pessoas a quem possamos olhar na rua e dizer que este é um cara legal, uma pessoa de quem podemos aprender, alguém que merece ter sua vida estudada e citada como exemplo para os demais, sem falsos moralismos, sem máscaras de fachada.

Se a empresa quebrar, bom, abre-se o mercado para a concorrente.

Cadê os grandes empresários de visão e ideais dignos, para investir de verdade num mercado carente por soluções de qualidade e com isto, arrasar a concorrência toda?

Não são os políticos, nem o governo que vão dar a cartada decisiva: acredito que serão homens de visão pura.

Faz-se dinheiro por mal ou por bem. Por mal, temos muitos exemplos, mas restam, muitas oportunidades de peso para quem almeja a sabedoria.

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segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Crakers invadem site da TV Record

Bem, a revista Info noticiou, e prontamente os comentários foram para a questão da crença, do questionamento de valores, etc.
Achei oportuno lembrar que a revista é uma área técnica. Mas ciência e religião estão próximas, pois a religião de hoje, poderá ser a ciência do futuro.
Meu comentário publicado em:
http://info.abril.com.br/noticias/seguranca/crackers-invadem-site-da-tv-record-16082009-1.shl




Minha opinião:

Pessoal, aproveitando as palavras do mano Virgilio Sousa, acho que seria oportuno pensar um pouco no aspecto técnico da matéria. O que estamos comentando, antes de tudo, é a invasão de um site, como motivações de algum tipo.
Demonstrar conhecimento é um deles, mas também é muito usado pela elite dos hackers, isto é, os técnicos que tem fome de conhecimento, para demonstrar aspectos relativos a segurança de websites.

Ao colocar mensagens manifestando opinião, perde-se, ou se desvia o foco da questão "segurança da informação", para questões até menores, como a rixa entre pontos de vista discordantes, praticamente opostos, e de difícil conciliação.

A interação das pessoas pela internet, nos brinda com grandes mudanças na dissiminação da informação, e no como muitos conceitos e (pré-)julgamentos virão a ser formados. Numa guerra entre exércitos de vidro, poucos saberão quem foram suas vítimas, excepto, de que as pilhas de cacos serão parecidas...

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Forum APINFO - Qual a sua maior preocupação em relação a sua carreira em TI ?

Emprego é algo com o que me preocupo faz décadas ;) O estoque de jovens talentos (leia-se: que moram com os pais e ainda ganham mesada) e que podem dar-se ao luxo de gastar dinheiro em cursos sem retorno nenhum, vai terminar. Qual a família que vai concordar em sustentar filhos assim? Então, que sejam músicos, artistas, intelectuais,médicos, etc, outras profissões úteis, e sem sustentar a ganancia e poucos escrúpulos que não quer pagar pelo trabalho. .
Mas carreira é outra coisa. Claro que você precisa estar empregado senão você fica igual ao cantor de banheiro, que nunca encara uma platéia de verdade. Carreira é sua trajetória de aprendizados e realizações. Para que você vai fazer algo? Qual a sua motivação, seus interesses, suas habilidades? Você tem talento E vocação para a coisa? Para fazer algo bem feito, você precisa de 5% de talento e 95% de trabalho duro (vocação). mas se trabalha numa atravessadoria de mão de obra, provavelmente será 0,000001% de talento e 99,99999% mistos de persistencia e trabalho sem muita emoção. E com isto muitas empresas, e seus maus CEOS e CIOS, tem prejuízos de bilhões todos os anos. Mas voltando a carreira, preocupações eu tenho a curto, médio e longo prazo. Basicamente, continuar aprendendo, poder colocar em prática, falar, escrever e aconselhar sobre o que e como vejo, e compartilhar estas vivências. Ter oportunidades de trabalhar com gente realmente séria, talentosa e compromissada com o que faz, na realização de metas, sonhos e ideais maiores.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

EU ODEIO JAZZ!!!!

Talvez com alguma repercussão deste artigo de alguns anos, hoje temos vídeos de melhor qualidade desta artista. Mas ainda assim, acho válidas e atuais estas observações, que nos remetem a questionar a qualidade do trabalho artístico, tanto de quem faz, mas principalmente, por quem aprecia.

Editado em Novembro/2010.

Removeram o vídeo. Talvez tenham lido este artigo. (Risos.)
Olha só que barbaridade. Assistam ao vídeo da maravilhosa artista Hiromi Uehara antes de continuarem a leitura : http://www.hiromimusic.com (A música é "Desert on the Moon" e aos dois minutos ela detona literalmente num solo pra lá de bom.)
O vídeo parece focado nas sombras a maior parte do tempo. Sabe aqueles filmes tipo "papo cabeça depressivo suicida?". Só faltou ser em preto e branco, ou melhor: sombras e alguma traço mal definido.

Nota atualizada: Este foi um vídeo não está mais disponível no site da artista. No Youtube existem outros, felizmente, de boa qualidade e mostram o sentimento desta grande mulher expressado em música.


Comentário original:

Notaram que o vídeo prima antes de qualquer coisa pela música apenas, não é um vídeo, é apenas som de boa qualidade com fotos estáticas! Cadê a artista? Cadê a performance?

Quem fez o vídeo estavam mais preocupados com a qualidade sonora, quantos bits, a equalização, isto e aquilo... Daria perfeitamente para diminuir um pouquinho a qualidade do som e aumentar a qualidade das imagens com movimento.

A mulher toca pra caramba, faz uma mescla de estilos, inclusive muito do arsenal sonoro que ela apresenta tem raízes latinas e brasileiras.

Mas no vídeo infelizmente faltou a presença cênica da artista, por sinal uma bela mulher, que antes de tudo, demonstra enorme capacidade instrumental. E é bonita, uhmmmmm.... (estou disponível e a procura). Faltou mostrar a ambientação da banda, reduzida a estáticos flashes, faltou o ruído do público, faltaram a sempre incontornáveis desfocagens e tantas outras coisas. Ficou "clean" (limpinho) demais.

Quem fez aquele vídeo deve gostar muito de Jazz, mas não gosta de mulheres, nem de banda, nem de apresentações. Provavelmente toma um banho de meia hora antes do sexo, usa luvas durante e imediatamente depois toma outro banho de duas horas... Sabe aquelas pessoas que tem "nojinho" do corpo humano? É mais um dos que pensam somente com a orelha, assim como tem alguns homens pensam só com a cabeça de baixo, ou de que as mulheres que pensam só com a carteira (e vice versa). O problema todo do Jazz são as pessoas que gostam de Jazz e esquecem o resto.

Pode ter coisa mais chata que aqueles que sabem o nome de todos acordes dissonantes que tem neste ou naquele raríssimo disco de fulano ou ciclano? Personalidades distintas que talvez você tenha escutado no elevador ou nalguma sala de espera.

Pior ainda, se você fizer uma cara de desespero e revirar os olhos, eles prontamente vão pensar que você está usando uma técnica de PNL para estimular mais ainda o cérebro e com isto ficam prontamente estimulados para discorrer longamente sobre os períodos de ansiedade e depressão que Mr. Maravilha teve durante aquela fatídica e longa noite que passou solitário com seus oito mil e quinhentos tocos de cigarros de marcas variadas, tentando decidir se a dissonância seria numa quarta aumentada ou numa décima terceira com nona sobre si no baixo...

Interrompendo, só para quem não conhece, PNL é a sigla para Programação Neolinguística, uma técnica que usa elementos originais da hipnose, para que você conte segredos íntimos e depois te atordoar até que teu cérebro comece a concordar com todas as coisas que o terapeuta está falando. Isto inclui todo tipo de frases de efeito e até algumas daquelas mensagens expertas que certos publicitários estão usando para nos convencer que um automóvel pouco maior que uma caixa de laranjas é algo enorme como aquela coisa que algumas pessoas gostam. Na prática, é claro que precisa um tamanho razoável sim, senão nem encosta dos lados, mas se for grande demais todo mundo diz que machuca e fica com pouca movimentação. Além de ser possível causa do deslocamento do maxilar, o que seria impensável para uma daquelas maravilhosas divas do Jazz, que fazem a gente lembrar porque o Sol é lindo e que Deus teve mais do que sete dias para criar o mundo e fazer estas coisas tão belas.

Só que com este tempo adicional, os chatos tiveram mais tempo para analisar a posição de postura da Diva de Jazz e concentra-se em tirar 416 fotos para apresentar, numa solene exposição, em que apenas toca a música de fundo, com pouquíssimas fotos, geralmente meio escuras, invariavelmente pequenas, em que o detalhe da sombra é tão supervalorizada que às vezes precisa uma seta para saber aonde a Diva aparece na foto. Pior ainda, é quando precisamos ler o catálogo inteiro da exposição e mais alguns livros, e todo tipo de comentário dos críticos de arte (geralmente amantes de Jazz) que confundiram inadvertidamente a mostra com uma feira de padrões de roupas para pinguins em preto e branco, e terminam por avolumar ainda mais a confusão. Passada a ressaca cultural, conseguimos perceber que aquele close de um momento tão íntimo com a plateia foi na verdade uma resvalada do fotógrafo que captou a intensidade do movimento acústico visualizado através do copo de plástico que caiu na mesa...

Mas tudo bem, a qualidade sonora da música de fundo (CD) está ótima, é o que mais importa. Melhor ainda se for um obscuro vinil, daqueles de colecionador mesmo, sem nenhum arranhão, o que seria uma heresia para a concorrida exposição de fotos. Quer dizer, pelo menos no dia da abertura quando tem vinho de graça pra todo mundo.

Mas tudo bem, para que enxergar os músicos? A bela Hiromi tocando piano? Principalmente quando houver muitas pessoas com deficiência visual na plateia. O importante é ouvir e sentir né? Se as pessoas são interessantes, se o trabalho tem uma marcação cênica, ou bonitas artistas, isto deve ser secundário, afinal de contas, quem disse que quem gosta de Jazz também gosta de mulheres bonitas deve ter entrado no show errado. E quem disse que a beleza não é importante, nunca acordou no meio da noite com um dragão do lado, nem teve a sensação de um brusco um banho gelado ao abrirem-se os botões...


E também não tem nada a ver com a banalização do sexo. É só notar a quantidade de jazz que toca em elevadores e filmes pornôs norte-americanos. Pelo menos para música os gringos têm bom gosto, porque sinto muito, pornô americano é uma droga. A maioria das mulheres tem tanto silicone que dá a impressão que se baterem nalguma coisa vão sair picando feito bola de praia. E a performance? Ficam lá estáticas posando no pior estilo Playboy ou Penthouse enquanto um coitado se despedaça numa expressão facial que fica claro que deve estar chamando a imaginação no seu grau mais elevado para conseguir alguma inspiração.

Tem os mais artísticos pornôs franceses, aliás, lá eles chamam de soft-porno, com artistas mais famosas, mas que também gostam de tocar jazz de fundo. Isto dá mais credibilidade de que estão fazendo só pela arte. Algumas até são razoáveis, enquanto ficam naquela expressão facial distante, pensativas, combinando com os belíssimos arranjos dos melhores compositores de Jazz que já tivemos neste planeta.

Poucos movimentos, olhares vagos e distantes, Jazz de fundo. É, acho que isto combina...

Só para não deixar ninguém em desvantagem, os filmes alemães e italianos são mais animados e a turma parece que está se divertindo mesmo. Não raro tem muitas garrafas de bebida alcoólica pela cena, mas é para beber mesmo viu? Isto aqui é um artigo sério seus pervertidos! Muitos daqueles filmes são as filmagens de uma festa e, bem... Acho que o assunto agora é outro.

Claro que o pequeno vídeo da Hiromi é uma desculpa. Tem DVDs, programas de Jazz na TV, geralmente em horários em que a maioria das pessoas normais está precisando de alguma cafeína a mais no sangue para ficar acordados, ou justamente no mesmo horário que tem outras atividades que a maioria das pessoas daria prioridade.

E claro, os bares de Jazz. Boa parte toca música de primeiríssima, para um público sonolento, ao redor da bebida da moda, ou algum Whisky 12 anos, debatendo a singularidade da expressividade sistemática no pensamento do compositor Sr. Y, que inovou a utilização da nota semibreve no trombone de vara lá pelos anos 30, consagrando um estilo de tocar que foi fundamental no embasamento de algum novo estado americano, portanto está nas raízes da música atual. Todo este intenso debate é claro, acompanhado de pessoas interessantes e inteligentes como ele, e que usam o tempo todo de técnicas de PNL para buscar um melhor funcionamento de seus cérebros e...

Alguns até vão assistir meio extasiado aos músicos tocando, alguns fazendo malabarismos com o corpo e mãos sobre o instrumento, que deixariam minha fisioterapeuta ansiosa. Aproveitando o ensejo, estou fazendo RPG e se se alguém precisar de uma ótima profissional aqui em Porto Alegre posso indicá-la. Estarão em boas mãos profissionais. RPG é uma técnica de correção de problemas de coluna, postura, etc, muito supimpa.

Terminado o intervalo, assistir aos músicos de Jazz num desses recantos privilegiados é algo de outro mundo. Sim, de outro mundo. Nenhum fanaticão por Jazz acreditaria que é tão humano quanto qualquer outra pessoa e que a carne e osso são diferentes. Tem lugar por aí que só aceita convidados escolhidos tão criteriosamente, por indicação (e um caro ingresso), assegurando que o público será formado previamente por pessoas que vão gostar do que vai ser tocado, e também assegura que realmente só estará presente quem vai aplaudir. Ou seja, risco zero. Aqui na cidade tem uma artista famosa principalmente entre fechados, seletos e esnobes círculos de "privilegiados", já de certa idade que tem um famoso show feito assim por décadas. Convites surpresa, e praticamente às escondidas. Pode ter suas qualidades musicais, mas o risco de ter alguém na plateia que vai ouvir algo inédito, e que talvez possa democraticamente não gostar tanto, é zero. Só convidem quem vai aplaudir viu? Não sei quem pede isto, se são os protetores, todos amantes do Jazz, ou é tipo programa de TV em que ou aplaude ou vá para a rua!

Muito fácil tocar assim, isolando nossos ídolos do público. Colocando-os escondidos atrás de fotos com som de fundo. Deixe-nos escutá-los, mas como quem está com um amante, sentindo a pessoa, vendo, compartilhando um pouco mais da sua qualidade humana.

Ah claro tem os músicos de Jazz também! São de dois tipos: os que são músicos e o que são amantes do Jazz. Ai, ai. Fácil perceber qual o tipo está tocando. Os amantes do Jazz não vão perder nenhuma chance de mostrar que sabem aqueles acordes rebuscados com doze notas na mão esquerda, estão concentrados demais no que estão fazendo e, é comum que olhem a maior parte do tempo para os outros fazendo algum tipo de sinal de que eles naquele instante devem prestar imensa atenção ao mega-star para não perder nenhuma das 216 notas do próximo compasso, ou para trocar um sorrisinho cheio de cumplicidade indicando que conseguiram fazer de novo alguma coisa que treinaram longamente e intimidade de seus quartos, digo, seus estúdios e, de forma geral, parecem estar tocando na TV, pois desconhecem amplamente o público presente, ao qual obviamente compete ficar o mais extático possível, sem atrapalhar a performance, ou pelo menos, não pedir ao garçom para tocar "Parabéns a você" pelo colega aniversariante ou "aquela" música especial do filme que ganhou o prêmio nalgum sofisticado e elitizado Festival Europeu de Cinema Neo-Independente.

Mas claro, que cenas do tipo "Play it again Sam" são factíveis, e como qualquer um que toque na noite, ninguém está imune a sofrer abordagens deste tipo, o que não significa que vão atender alguma. Às vezes sim.
Sei que tem gente que só faz amor (ou trepa mesmo) no escuro. Mas ainda assim, tem sensações físicas, tato, cheiros, gostos, etc. Agora, pegam uma coisa tão sensorialmente ampla como o Jazz, apagam a luz, tiram a sensação física, tudo, e sobra o quê? Estímulo acústico sexual somente no fundo da orelha? Variante de cotonete lubrificado?

O pior do Jazz é o pessoal que gosta de Jazz. Costumo dizer que esta gente não gosta de Jazz, o que ele gosta é de "Jéééiiizzzz..." fazendo biquinho, levantando a ponta do mindinho direito num sinal intelectual secreto dos antigos sábios de alguma oculta universidade mais conhecida pelas suas participações na evocação da permeabilidade cultural do antagonismo estético sobre as labutações orgânicas.

É como goiaba. Quem não gosta de comer bicho, não come goiaba. Se tivesse Jazz sem tanto chato, seria como goiaba sem bicho. Sim, eu como algum sorvete de goiaba às vezes, mas os chatos, digo, os bichos não estão aparentes e posso desfrutar do meu Jazz, digo, meu sorvete de goiaba em paz.

Como toda música que tem raízes na cultura negra, acredito que este delicioso enlevo sonoro será um dia libertado, e poderemos apreciar Jazz sem tantos acessórios estéticos que servem apenas como amarras aos ouvintes. E sem bicho da goiaba, digo, os chatos.


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* Gilberto Strapazon é escritor ocultista, tecladista, compositor, analista de sistemas e já fez PNL, mas é uma pessoal normal e preferiu formar-se em hipnose antiga, praticar magia cerimonial, cultuar deuses pagãos e trabalhar na Grande Arte, na linha dos Grimórios de Salomão.
** Músicos que quiserem enviar CDs e DVDs para apreciação é só entrar via e-mail para contato.
***Mulheres lindas e normais que sabem que sexo completo é normal podem enviar suas fotos e vídeos íntimos e para contato puramente amigável e intensa alegria mútua é claro.

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Leia também:
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A última do Gilberto

Criado pelo amigo, excelente músico e inspirado artista Alex Saba, o site Comentando está saindo do ar, pois a Geocities vai fechar mesmo e o negócio é ir buscando outros espaços.

Tive oportunidade de participar com algumas crônicas humoradas, na coluna "A Última do Gilberto", e que decidi ir repassando aqui, afinal, não é só de informática que vivemos.

Alex Saba é um dos nosso melhores compositores de Rock Progressivo, já tem uma longa história e seu trabalho é conhecido em vários países.

Tive oportunidade de trabalhar com ele na criação de trilhas sonoras para os documentários da TV do Instituto Militar de Engenharia, com o grupo Ploy-6, e outras coisas.

Espero que apreciem.

Para pensar antes de fazer alguma coisa

Essa é genial:

"É mais fácil ficar de fora do que sair fora. "

Mark Twain

;)

Terceirização e vínculo empregatício

Debate no fórum da ComputerWorld, a CWConnect em 12/08/2009


Meu Comentário:

Fazendo uma revisão, encontrei a matéria do link abaixo, sobre terceirização que achei interessante de repassar, destacando dois pontos sobre a questão do vínculo empregatício, e portanto, dos direitos do trabalhador.

"A terceirização e a proteção jurídica do trabalhador."



Destaco estes dois trechos:

"Nº 331 Contrato de prestação de serviços. Legalidade.
...
III - Não forma vínculo de emprego com o tomador a contratação de serviços de vigilância (Lei nº 7.102, de 20.06.1983) e de conservação e limpeza, bem como a de serviços especializados ligados à atividade-meio do tomador, desde que inexistente a pessoalidade e a subordinação direta."
E...
"Na hipótese de se caracterizar a subordinação jurídica ou a pessoalidade diretamente com o tomador de serviços, é estabelecido o vínculo empregatício diretamente com este..."

Acho que a legislação é clara em definir o trabalho terceirizado, como algo feito fora da empresa contratante, ou que não esteja diretamente subordinado a esta de forma pessoal.
Acontece que é muito comum, que o pessoal terceirizado, seja alocado dentro das empresas, diretamente subordinados as chefias destas. Na prática estão substituindo efetivamente funcionários da contratante, porém, é comum que não tenham os mesmos direitos, normas e benefícios. Isto vai desde participação nas atividades comuns, como reuniões de equipe, ter direito de voz sobre seu trabalho, participação em resultados quando existe, bonificações, premiações, treinamento, avaliação e plano de carreira, etc.
Também é amplamente sabido, excepto pelas chefias que a-d-o-r-a-m fazer papel de vegos e surdos, que as empresas de terceirização, ditas consultorias ou "atravessadorias", cobram valores de profissional sênior, mas subcontratando profissionais júnior. Mas também colocam pessoal sênior em atividades menores, com os mesmos valores nivelados por baixo. E nas empresas, tanto faz quem está ali, pois esperam resultados medíocres mesmo, muitas vezes nem tem capacidade de avaliar e portanto, acham que o profissional jogou no lixo seu curriculum.
Isto me lembra quatro coisas:
1) Que deve-se tratar as pessoas como espera ser tratado.
2) As pessoas tendem a nos avaliam por eles mesmos, conforme sua índole, boa ou má.
3) Não se joga pérolas aos porcos.
4) Em terra de cego, quem tem um olho não tenta mostrar o que ninguém quer ver.
Tenho repetido a minha opinião de que, temos como prática vigente, e contrário a legislação, a feudalização do campo de trabalho dos profissionais de informática, (as outras áreas também são afetadas), pela vergonhosa imposição das "atravessadorias de mão de obra", e da senzala virtual, em que o profissional é colocado dentro das empresas, porém sem quaisquer dos direitos a que os senhores de senzala outorgam aos "de casa". Não falta muito teremos que chamar as chefias de Sinhô e Sinhá. Isto ocorre em todo país, empresas grandes e pequenas, com ou sem grife.
Alguns progressos tem sido feitos, para impedir as verdadeiras fraudes contratuais, em que alguns poucos levam a maior parte dos valores, pagando quantias miseráveis a quem precisa trabalhar de forma honesta. Nisto entram as famosas cooperativas e o trabalho PJ.
Com frequência sistemistas do modelo de exploração, usam a intensiva técnica de jogar a culpa no governo, nos impostos, na crise da bolsa de valores lá de Timbuktu, etc, para impor a idéia de que PJ é melhor do que perder todos direitos trabalhistas, transferindo o ônus da responsabilidade empresarial, principalmente o risco, para o trabalhador, mas sem outorgar na verdade, o ganho que uma atividade de empresa possui, que na verdade é muitas vezes do que meramente repassar o valor sonegado em impostos, sem contudo, compensar com a justa parte do lucro e cobertura dos demais custos que QUALQUER empreendimento precisa.
Com isto, ao negar o justo direito de vínculo, e igualdade de direitos com os demais funcionários da empresa, a perda além de financeira, pode caracterizar pelo constrangimento pessoal, o desrespeito e até o assédio moral.
O sistema judiciário tem jurisprudência sobre várias destas questões, já existem açoes coletivas como o Sindppd de São Paulo, mas ainda precisamos de um trabalho maior, para que a justiça trabalhista deixe de esperar ações individuais, para reconhecer que verdadeiras arapucas gigantes, tem sob suas asas, milhares de profissionais, que não tem outra alternativa, excepto a de ouvir um muito mal educado "se não está satisfeito procure outra coisa".
Custa caro demais para a nação o desperdício de tecnologia e a imensa perda do conhecimento das empresas. A turma que adora estatísticas, começando pelas cabeças da FGV, poderiam facilmente fazer um estudo para demonstrar quantos bilhões são perdidos todos os anos, em prejuízo direto para as empresas que vão lucrar menos, por causa do trabalho mau feito, pelo retreinamento, pela experiência jogada fora e também, porque funcionários, direta ou indiretamente, também são clientes deste mesmo mercado.
Todo mundo sabe, que cliente satisfeito, lhe indica para outros. Cliente insatisfeito, fala para todo mundo. E é no mínimo dez vezes mais caro conquistar um novo cliente do que manter apenas um satisfeito. Vale o mesmo para o profissional que a empresa pode valorizar, e lucrar, ou tratar como reles serviçal e logo adiante, não entender porque é tão difícil conseguir gente para trabalhar. Muitos acham realmente que não é por falta de respeito, falta de treinamento, falta de valorização, promessas não cumpridas, falta de quase tudo. Com certeza, a culpa é de quem reclama, o que é um absurdo! Sabe aquela novela da Globo, que mostra como os Dalits na índia são tratados? Até melhorou um pouco por lá, mas dalit, tem que baixar a cabeça, trabalhar e ficar imensamente feliz em ser apenas uma poeira que deve se afastar para evitar que alguém "superior" toque sua sombra. Superior em que?

.'.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Conhecimento técnico ou humano?

The Green Office
Ilustração tentando mostrar como usuários gostariam de ter seu local de trabalho.


Comentário feito no fórum de Liderança de TI da ComputerwolrdConhecimento técnico ou humano?

Abril/2009


Meu Comentário:

Nosso trabalho faz parte de quem somos.

Separar o lado humano, em minha opinião, representa mais do que tratamento frio das nossas atividades e relacionamentos.

É o nosso temperamento, personalidade, qualidades pessoais, que vão temperar o que fazemos.

Primeiro, pela nossa abordagem em relação as nossas tarefas.

Segundo, pela forma que encaramos nossa profissão, e nossos desafios profissionais.

Terceiro, ao ter um "porque viver", percebemos que cada parte do dia e da noite tem seu motivo. Pessoas que vivem só para trabalhar, perdem além da saúde, a diversidade do desfrutar dos resultados do que faz.

Quarto, porque um negócio que tem por missão apenas o dinheiro, terá tamanho, mas nunca será grande. Vide os imensos conglomerados financeiros que desapareceram. Alguns, como o Chase, sobreviveram porque Rockfeller percebeu a tempo que o dinheiro apenas, destruiria sua família toda, então passou a criar fundações, e com isto, ter outras percepções.

A pessoa que torna seu trabalho apenas técnico, por maior que seja sua capacitação, terá apenas conhecimento, mas sem a sensatez da sabedoria.

Saber desfrutar da paisagem entre uma atividade e outra, ou simplesmente olhar as árvores já pode representar muito para quem se acorda, que no equilíbrio entre raízes e galhos, existem paralelos para sistemas de administração, por exemplo, quando analisamos sua continuidade, capacidade em relação a contingências, distribuição de recursos, etc.

Toda atividade humana tem uma finalidade, como parte de um organismo social no qual está presente, e para quem contribui de alguma forma.

Human knowledge in the 14th century
Imagem: chmeee
Empresas também são organismos. São organismos sociais. Tem um sistema nervoso, respiram e agem.

Aspectos importantes, como criatividade, bom relacionamento, interesse, motivação e comprometimento são alicerçados por valores basicamente humanos.

A comemoração por uma vitória, um evento bem sucedido, uma tarefa completada com êxito, será comemorada e desfrutada pelo lado humano.

Já o lado técnico, ao final de cada empreitada, vai se preocupar em olhar alguma estatística e guardar as canetas para usar no dia seguinte.

Meditação, práticas de exercícios, fazer parte de algum tipo de grupo ou atividade que busque o aprimoramento pessoal, é diferencial para muitos profissionais.

A parte espiritual está diretamente ligada ao mental, emocional e material.

Ninguém medita se tem a conta de luz vencida.

E ninguém trabalha direito se sua alma está se debatendo.

Quem já sofreu algum problema emocional, sentimental, espiritual, sabe o quanto isto influi. Negar isto é desumano.

Claro que é necessário limite, e não fazer dos demais, nem seu trabalho um local para lamentações. Precisamos seguir a vida e enfrentar os desafios. Mas um pouco de tolerância com nós mesmos e com os demais, revela-se muito útil.

Principalmente, quando sabemos com quem poderemos contar no futuro.

Não se trata de cobrar retribuição, mas de ter oportunidade de saber que outro também tem sangue correndo pelas veias.

Muita empresa tem crescido e amadurecido, permitindo as pessoas que tenham mais flexibilidade, ou simplesmente, possam pensar sossegadas, tornando-se mais produtivas.

.'.

O que está acima é como o que está abaixo

Comentário para matéria da Computerworld: "Headhunter critica postura dos líderes de tecnologia"


Ótimas observaçãos feitas pelo Sr. Wong.

Comunicação começa pela capacidade de "ouvir". No século XXI, ainda vemos a luta "Eu Versus O resto".

Aprender a escutar e ouvir, implica em descobrir a si mesmo, o silêncio e o distanciamento, não julgar, mas observar e buscar compreensão.

CIOs focados só em resultados, deixam de perceber as pessoas. Como narcisistas, querem sómente eco das suas palavras e perturbam-se quando descobrem que existem outras vozes ativas.

Ver e ouvir, abre uma das grandes chaves: o de comandar com a emoção ao invés do chicote.

Quem fala sem ouvir, não percebe o resultado de suas palavras. É como cobrir o espelho com um retrato que não é seu.

Comunicar-se é vital para todos.

A melhor forma de aconselhar, é ouvindo. E a melhor forma de trabalho, é parar para pensar no que se faz, por que, para que e para quem. Aí entram os ideais e metas dos indivíduos.

A comunicação efetiva, vai ouvir, ponderar e só então manifestar.

Sem essa interação, qualquer atividade torna-se estéril, pouco produtiva e sem motivação real.

.'.

Antes de aceitar um emprego


Trust
Art: by Joe aka Saidski - Hawaii 
(Gospel Grafitti)

“Whenever a company’s recruiting literature drones on about trust, that means there’s no trust.
When they have it, they don’t need to talk about it.”
Cited by Liz Ryan at Forbes.




Meu comentário na Computerworld: 8 perguntas que você deve fazer antes de aceitar um emprego

Olhar, ouvir, ponderar

Procure informações em fóruns de profissionais e comunidades nas redes sociais onde os funcionários costumam expressar-se com menos "censura". Sim, eu usei o termo "censura".

Lembre que pesquisas de revistas ou prêmios podem ser comprados ou manejados.

Sites podem ser apenas bonitos, assim como endereços pomposos podem indicar empresas de fachada.
Os funcionários são de grupos sociais com os quais você tem afinidade?

No trabalho terceirizado, que na verdade substitui funcionários CLT, pergunte se serão tratados da mesma forma, com dignidade, respeito pessoal e profissional, participar efetivamente da equipe, treinamentos, reuniões de trabalho, atividades em geral, oportunidades de carreira, valorização, etc?

Existem empresas em que os terceirizados são vistos apenas como serviçais cumpridores de ordens, independente da bagagem profissional que possuam. É a senzala virtual do século XXI. Se você vai substituir um funcionário, tem por princípio os mesmos direitos, como pessoa e profissional.

Ética, missão, credos, cada empresa pode inventar a sua, da maneira que convém. Procure averiguar até onde corresponde a realidade.

Uma última sugestão, ao comparecer para entrevista, procure observar as instalações (até o WC!), olhar como as pessoas se portam e seus locais de trabalho.

 .'.


11/08/2009

Editado em 09/02/2015 - Adicionada citação de Liz Ryan.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

O Guia de Referencia para o Programador Pragmatico

Para quem pretende ser um bom programador, no link abaixo tem um ótimo resumo do livro.
Material excelente de condutas a serem, no mínimo, pensadas.

Só alguns pontos:

# Care About Your Craft.
Cuide do que faz. Porque gastar sua vida desenvolvendo software a menos que você se importe em fazer isto bem feito?

# Think! About Your Work.
Pense. Sobre seu trabalho. Desligue o piloto automático e assuma o controle. Constantemente critique ou aprecie seu trabalho.

# Provide Options, Don't Make Lame Excuses.
Forneça opções. Não desculpas esfarrapadas.
Ao invés de desculpas, provenha opções.Não diga que não pode ser feito. Explique o que pode ser feito.

# Don't Live with Broken Windows.
Não viva com janelas quebradas.
Fixe mau design, decisões erradas e código ruim quando os ver.

# Evite repetições.

# Faça-o fácil de ser reusado.

# Faça o design e codificação na linguagem do usuário.

# Finish What You Start.
Termine o que começa.
Sempre que possível, a rotina ou objeto que alocar um recurso deveria ser responsável por desalocar.

# Fixe o problema, não a culpa.

# E por último: "Sign Your Work"
Assine seu trabalho.
Desde os tempos antigos, os artesões tem orgulho de assinar seu trabalho bem feito. Você deveria também.



"The Pragmatic Programmer Quick Reference Guide"
http://www.codinghorror.com/blog/files/Pragmatic%20Quick%20Reference.htm

Mídias Sociais: O Virtual Mundo Real

Foto: Daniel and Louisa
 
O Virtual Mundo Real


Comentário feito na matéria: Mídias Sociais: A festa. Você foi convidado?



As comunidades sociais na internet, são ponto de encontro e troca de idéias de pessoas.

Antes de entrar neste mundo, as empresas devem lembrar que não se trata de fazer o tipo de propaganda, em que cada um pinta a sua imagem como lhe convém.

Intervenções como as citadas na matéria, tipo, chegar dando tapinha nas costas de todo mundo como se quem chegou fosse alguma coisa muito importante, é com certeza, a pior abordagem possível.

É só olhar, por exemplo, comunidades do Orkut de funcionários desta ou daquela empresa, em que nem sempre encontraremos elogios, pelo contrário, algumas são um verdadeiro ponto de desabafo.

Outras, como as famosas "Eu odeio nnnnn", comportam desafetos de todo tipo. E claro, muitas destas comunidades, incluem curiosos, observadores em geral, funcionários, Clientes e Fornecedores, que estão bem atentos ao que se passa.

Empresas que acham que comunidades sociais são apenas para brincadeira, poderiam olhar com um pouco mais de seriedade e menos ceticismo, as inúmeras comunidades de profissionais das diversas áreas, em que as pessoas se encontram para trocar informações técnicas, debater a solução de problemas, conseguir auxílio e indicações importantes.

E como são pessoas HUMANAS, também exercer o saudável convívio.

Claro que sempre vai ter quem busque mais diversão, mas é só uma questão de bom senso. Tratar as pessoas como espera ser tratado é uma prerrogativa. Reconhecer que você tem direito sómente quando reconhece que os demais tem direito também. E principalmente, que é muito, muito fácil ser uma empresa grande. Difícil, é ser uma Grande Empresa.

 
.'.

Leia também: Rede social - Ensinar é Melhor que Castigar

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Unify Accell na Wikipedia

Algum tempo atrás eu havia criado uma entrada na Wikipedia para a linguagem Unify Accell/SQL, com a qual trabalho nas Lojas Renner.
Por algum motivo, acho que alguém achou que "isto não ecsiste!" e tive que recriar o texto.
Fica aqui o registro e a cópia do primeiro post para o tópico. Quem sabe, algum dos outros poucos que ainda trabalham com este tipo de ferramenta, possam efetuar sua contribuição:


Unify Accell
Minha contribuição para a Wikipédia, a enciclopédia livre:


Accell/SQL é um ambiente de desenvolvimento integrado para plataforma não-gráfica Unix/Linux.

Possui interface para servidor de banco de dados Unify Dataserver, assim como outros fornecedores (Sybase, Informix, Ms-SQL Server. Oracle, Ingres, etc)

Posteriormente foram incluidos variações de GUI (graphical user interface) para o produto, incluindo MOTIF, Open Look and web-based (Accell/Web).

Além dos utilitários para gerar construções básicas (GRUD, etc), possui um editor de formulários (telas em modo caracter) e um gerador de relatórios. Cada formulário está associado a um script.

Accell possui duas linguagens de programação orientadas a eventos. Uma para formulários (telas) e outra para relatórios.

Permite a construção de aplicativos de razoável complexidade, observando-se é claro, as limitações impostas pela abordagem de simplificação de atividades em prol de resultados, característico de L4Gs.

Temos visto, de forma geral, a linguagem de programação do Accell, ser comparada com Clipper Summer87, xBase e outras do gênero.


----

'''Exemplo de script simples, associado a uma tela com os campos (não mostrada aqui):'''

form videos

target_table videos

LOCAL LIST aAtores[1 TO 1000]

LOCAL VOID FUNCTION ORDENAR(REF LIST lista, tam)
LOCAL cont, cont1, aux
begin
FOR(SET cont TO 1; cont <= tam; SET cont TO cont + 1)
begin
FOR(SET cont1 TO cont; cont1 <= tam; SET cont1 TO cont1 + 1)
begin
if(lista[cont] < lista[cont1]) then
begin
SET aux TO lista[cont]
SET lista[cont] TO lista[cont1]
SET lista[cont1] TO aux
end
end
end
end

LOCAL NUMERIC FUNCTION GetCount($v_id)
LOCAL nAlugados
begin
SET $nAlugados TO SELECT COUNT(*) FROM rental WHERE r_vi_id = $v_id;
RETURN ($nAlugados);
end

ON CLEAR TO ADD
set v_id:stop_for_input to false

ON CLEAR TO FIND
set v_id:stop_for_input to true

BEFORE ADD
SET v_id TO SELECT MAX(v_id) FROM videos;
if (status$() <> 0) then
SET v_id TO v_id + 1
else
SET v_id TO 1

FIELD v_category
INIT FIELD
ENABLE ZOOM TO v_cat RETURN KEY

ON NEXT FORM
if not is_current_record_stored$() then
begin
DISPLAY 'Pressione F9 (Incluir / Atualizar) antes de ir para o Cadastro de Aluguel' FOR FYI_MESSAGE WAIT
REJECT OPERATION
end


etc


----

Outro Exemplo mostrando uma tela em modo caracter:

.replace stored update record 1 of 10 records found
.
.
. COMPANY: Athena Development Corp. SALES REP NO.: 7
.
. ADDRESS: 5800 S.W. Washington St. NAME: G Moore
. REP PHONE: (415) 645-1214
.
. CITY: Portland
. STATE: OR POSTAL CODE: 97210
. MAIN PHONE: (503) 246-2400
. CONTACT: M Bennett
. TITLE: Purchasing Manager
. PHONE: ext. 2406
.
.
.Enter the company name.
.F1-Prv Form F2-Nxt Form F3-Prv Rec F4-Nxt Rec F5-Fld Help F10-More Key

----

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Citações de TI

A internet é o Viagra de grandes negócios.
Jack Welch


"O problema com os programadores é que você nunca pode dizer o que  
um programador está fazendo até que seja tarde demais."
Seymoure Cray  

"Só existem duas indústrias que referenciam seus clientes como usuários."
Edward Tufte

(Para quem não sabe, são: Informática e Tráfico de drogas entorpecentes)
            
"Software é como sexo: é melhor quando é livre."
Linus Torvalds

"Existem duas maneiras de escrever programas livres de erro. Só a terceira funciona."
Alan Perlis

"Homens são de Marte, mulheres são de Vênus e computadores são do inferno."

"Depois da linguagem de programação,
a linguagem mais usadas pelos programadores
é a linguagem obscena."


Buddha with Bird Nest
Escultura de Edward Tufte
.'.

Leia outros artigos relacionados clicando nas tags abaixo:

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

M.I.C.T.M.R.


Muitas pessoas vêm esta sigla postada em todos lugares, inclusive como adesivos colados em automóveis.
Bem, nem sempre isso quer dizer que aquela pessoa seja realmente um membro da Maçonaria.

Isso mesmo!

É bom lembrar que cada vez mais as pessoas copiam todo tipo de informação, e algumas vezes até pretendem se apresentar como sendo membros iniciados nalguma sociedade fraterna como a Maçonaria.

Lamento, boa parte não são. Apenas estão copiando material que encontraram, sabe-se lá aonde e repetem feito papagaios sem nem ao menos saberem do que se trata achando que vão ganhar algo com isto. Sim, são os famosos oportunistas.

Os maçons se reconhecem entre si por sinais, palavras, toques, etc.
Então é pouco provável que alguém consiga se apresentar como tal sem realmente ser membro da ordem. Esqueça as cenas de filmes de fantasia.

Mesmo que alguém encontre nalgum site da internet cada uma destas palavras e sinais, ainda assim não vai saber qual o contexto como são empregados. Ou seja, você até pode encontrar estes símbolos, mas não vai saber como realmente são usados.

O resultado pode ser realmente cômico quando alguém tenta usá-los.

Só para citar um dentre tantos, faz algum tempo um conhecido de tempos (um neófito de anos que também supostamente estuda magia) me convidou para uma Happy-hour, e se pôs a falar sobre todos os graus que já tinha alcançado na maçonaria, incluindo fazer fofocas de loja maçônica sobre o comportamento desta ou daquela pessoa (que eu conhecia e não reconheci nada do que foi falado). Bem, conversamos durante quase duas horas, e em nenhum momento ele percebeu os sinais que passei. Aliás, sequer respondeu ao mais básico cumprimento inicial. E mesmo que eu tivesse citado de cara, ele estava entusiasticamente falando justamente da mesma potência maçônica que eu fazia parte então as coisas que ele falavam eram claramente tipo fantasia de filme de ficção, onde o mocinho veste uma túnica sobre a cabeça e entra num secreto ritual. Até ri um pouco com isso, mas é de chorar o quanto as pessoas buscam informações para se promoverem no seu trabalho profissional. Sim, muitos dos clientes dele pensam que ele é maçom (não é mesmo) e só por causa disto depositam confiança no trabalho dele. Cegos querendo guiar outras cegos.

Mas voltando ao significado da sigla, mesmo que alguns tantos citem versões, em hipótese alguma isto por si só vai lhe dar algum conhecimento ou poder.

Maçonaria é uma grande escola de desenvolvimento pessoal. Certamente, como qualquer grupo de pessoas no planeta inteiro, existem pessoas que não estão afinadas com seus objetivos, são as frutas podres que sempre existem. Mas estejam certos de que o resultado verdadeiro vêm apenas do seu verdadeiro e próprio desenvolvimento. Falcatruas podem trazer resultado imediatos, mas nunca terão raízes e é certo que algum dia os fortes ventos da verdade vão colocar a prova e cobrar por isso.

São tantas as áreas a estudar e principalmente praticar na sua vida pessoa, todos os dias.


Então, temos este significado que pessoalmente acho muito adequado:

M.I.C.T.M.R. são as iniciais das palavras (em latim) que compõem a expressão:
Mens In Corpore Tantum Molem Regit:

Tradução:
"A mente rege a grande massa corpórea" 
ou, 
"A mente domina o corpo".
O que você faz no mundo é resultado do teu aprendizado pessoal (a mente). De nada adianta trabalhar apenas os aspectos da matéria se a mente e o espírito não estiverem no comando e com a necessária sabedoria para isto.

Ah sim, tem uma outra versão bem popular, que é até uma piada entre maçons, mas quando usada, mesmo assim terá que ser usada dentro de todo um contexto de sinais que mudam a cada situação. Então não é algo que se possa repetir sem ser imediatamente descoberto.


Para o não iniciado, o significado da sigla entre maçons nunca será determinado corretamente, nem sua abrangência. As pessoas são mais do que palavras.

Você facilmente nos dias de hoje vai encontrar outros significados para esta sigla.
Mas certamente este é o mais importante. O que se relaciona ao desenvolvimento pessoal.
O outro, como eu disse, só terá sentido se você realmente souber quando e como usá-lo. Mesmo que seja uma piada entre irmãos não é apenas algo a ser repetido com futilidade. Isso faz parte de um ato inteiro, um conjunto de gestos, sinais e ações e que estejam dentro de uma expressão maior que cada caso apresenta e só pode ser corretamente respondida por quem sabe de que se trata. 

Mas é interessante estudar esta frase como apresentada, pois muitos são dominados pelos sentidos, pela gula, pelos desejos, pela matéria.

A frase é um bom indicador de que devemos desenvolver nossas boas qualidades ao invés de sermos apenas dominados pelos anseios imediatos da matéria.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Humor: Diagrama de ciclo de vida de sistemas

Esta é a versão atualizada do famoso ciclo de construção de sistemas. Imperdível.

http://scott.yang.id.au/2003/08/software-development-life-cycle/

Não Sois Coisas!

Meu comentário para a matéria: "A coisificação humana" do Carlos Nepomuceno




Meu comentário:


Citando Charlie Chaplin em "Tempos Modernos":
-Não sois máquinas! Homens é o que sois!

Tudo leva ao humano, em síntese. Quando assim deixa de ser, é meramente passageiro e estéril. E como tudo que é estéril, não tem sementes e não deixa novos frutos.

Olhem tantas estátuas, por toda parte, em quase todos países. Umas poucas são de personagens da história (personagem = papel ativo), que tornaram-se grandes pessoas. Mas a maioria, apenas trabalhou intensamente sem jamais ser capaz de polir a pedra bruta da sua pessoa.

Bustos de tantos anônimos como os que povoam todos os dias as revistas de (pensam que são) celebridades.

E agora, temos o busto digital. Mais efêmero, mais vazio. Desperdício de ciclos de CPU, que somem ao desligar da tomada.

Trabalho sem propósito, que desperdiça talentos, joga fora a experiência, ignora as pessoas.

Meras pedras empilhadas, com alguma pintura para disfarçar as rudes (imper)feições.

Quem coisifica, vai pelo fácil.

É fácil ser uma empresa grande.

Difícil, é ser uma Grande Empresa.

.'.

INRI no Youtube



O Senhor INRI Cristo demonstra inteligência e profundo senso de observação de tudo que o rodeia.

E é um ótimo piadista em relação a tantas coisas que são questionadas e ele atualiza de forma muito racional.

Sim, eu respeito ele.
Inri Cristo fala muito menos bobagem do que tantos doutores, teologistas e sacerdotes por aí.

Sobre quem ele é realmente, pode até ser! Sim! Todo mundo espera uma coisa prontinha, de acordo com as imagens manipuladas e vendidas por séculos. Mas como seria mesmo? Uhm? Por quê não?

Então quando se lida com tanta bobagem por aí, o que é melhor do que também responder de forma bem humorada? E se a coisa pega, ele assim como já houve no caso dos Vendilhões do Templo,  também fala a sério.

Lembre que existe uma superlotação de pregadores de todo tipo, especialmente os que se dizem melhor que Jesus, melhor que Buda, melhores que tudo, e que deixam muito pouco espaço para a espiritualidade, menos ainda para as pessoas.

Mas ele mesmo brinca com o que faz tantas vezes e se preciso fala a sério.

Ouçam e Escutem.

Se ele é mesmo Jesus reencarnado, uhm, quem sabe. Mas acho um ótimo candidato, pois já foi até crucificado, então deixa relaxar um pouco.

Acho oportuno como ele usa de forma bem humorada as oportunidades para transmitir alguma coisa positiva.

Com isto, lembremos que Deus deve ser alguém de bom humor e que gosta de alegria, uhm?


Entrevista completa de Inri Cristo no programa do Jô Soares  

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P+
03/08/2009


Este post veio de meu comentário postado na Info (Editora Abril).  Cópia do artigo abaixo.
O artigo original está disponível no web.archive:  Info Blogs: INRI Cristo brilha no YouTube ao som de Winehouse.

BAIXA DEFINIÇÃO

Banda larga a serviço do vídeo

Blog de Felipe Zmoginski

INRI Cristo brilha no YouTube ao som de Winehouse


O que você perguntaria ao filho de Deus se tivesse oportunidade de telefonar para ele? Algo sobre o sentido da vida? A razão de nossa existência?

Bom, eu falei hoje pela manhã com o Messias por telefone. Nosso papo foi sobre o novo hit do YouTube, uma versão mística de Rehab, de Amy Winehouse.

Olá, Cristo. O Senhor é fã do YouTube?
Veja, meu filho, eu nem conhecia o YouTube. Minhas discípulas é que me apresentaram o site. Eu achei o YouTube muito interessante. É uma emissora global e aberta de TV e rádio, não?

Elas que Te deram a ideia de divulgar a mensagem do Pai pelo site de vídeos?
Bom, isso aconteceu meio por acaso. Recebemos a versão musicada de Rehab de um compositor paulista, o Douglas Macch e as meninas quiseram gravar. Por coincidência, há uns jornalistas da Itália aqui em Brasília fazendo um documentário comigo. Eles sugeriram fazer um vídeo com qualidade profissional. E eu decidi colaborar.

O Senhor está em Brasília? Não vive mais em Curitiba!?
Não. Decidi mudar a sede do Reino dos Céus para o Distrito Federal a pedido do meu Pai. Ele me disse que Brasília é a nova Jerusalém.

Winehouse é uma mulher polêmica, envolvida em escândalos e consumo de drogas. O Senhor não achou perigoso associar Sua imagem à dela?
Olha, meu filho, eu não tenho preconceitos. Para mim, o importante é a pessoa ter um coração batendo no peito. Não me importa se essa moça é ou foi dependente de produtos químicos. Se um dia ela vier a Mim, vou pedir a meu Pai que dê uma benção a ela.

Mas o Senhor ouve Winehouse em casa?
Eu só tomei contato com a música original após gravar o clipe. Eu achei o som dela muito interessante.

O Senhor não teme que seu vídeo seja encarado como piada?
Não tem problema nenhum. Humor faz bem à vida. Se meu vídeo ajudar o fígado das pessoas a funcionar melhor, então já estou feliz. Minha missão na Terra é fazer o bem às pessoas.

Obrigado, Cristo.
De nada. Que meu Pai te ilumine para que você seja um jornalista que só escreve a verdade!

Em tempo: há um outro vídeo de INRI, menos produzido, disponível no YouTube. É uma versão mística de Toxic, de Britney Spears.


Postado por - 27/03/2009

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